Programas De Matem Atica - Universidade De Coimbra

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Inovações nos Planos Curricularesdos Ensinos Básico e SecundárioCritérios de elaboraçãodeProgramas de Matemáticado 7o ao 12o anoEduardo Marques de SáIsabel Seruca dos ReisMiguel RamosJorge PatoInstituto de Inovação EducacionalSociedade Portuguesa de MatemáticaSetembro de 1998

PREFÁCIONo final do ano de 1996 foi assinado um Protocolo de cooperação entre o Instituto de Inovação Educacional e diversas instituições, entre as quais a SociedadePortuguesa de Matemática, com o propósito de desenvolver um estudo de elementos do sistema educativo português à luz dos sistemas educativos espanhol,belga fracófono e inglês. Coube à Sociedade Portuguesa de Matemática estudaro que se refere ao ensino das disciplinas de matemática dos últimos seis anos deescolaridade não superior em Portugal e das correspondentes nos outros paı́sesconsiderados.Este relatório responde a uma parte das finalidades desse estudo. Nomeadamente, identificam-se, em cada sistema, os critérios que presidem à concepçãodos programas de ensino das referidas disciplinas de matemática e, com basenessa identificação, apresentam-se recomendações sobre os critérios de concepçãodos programas portugueses.Estando envolvidas outras disciplinas e muito diversas equipas neste estudo, comexperiências diferentes e diferentes modos de pensar, procedeu-se a um aturadotrabalho comum de concepção que harmonizasse, na medida do possı́vel, a metodologia de análise e o tipo de resposta final. A coordenação foi da SenhoraDoutora Ivone Gaspar, a quem dedicamos uma palavra de reconhecimento pelasua disponibilidade, pela correcção de estratégias e pelas muitas sugestões dadasno decorrer do processo.E. Marques de SáIsabel Seruca dos ReisMiguel RamosJorge Pato

ÍndiceÍNDICEI. Introdução12Descrição sumária do relatório . .Metodologia de análise . . . . . . .2.1Os programas em presença2.2A grelha de análise . . . . .22241 Portugal1.1 Apresentação dos Documentos . . . . . . . . . . . . . .1.2 Análise dos Programas . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1.2.1 Programa do 3o ciclo do Ensino Básico . . . . . .1.2.2 Programa de Matemática do Ensino Secundário .1.2.3 Programa de Métodos Quantitativos . . . . . . .12151525332 Espanha2.1 Educação Secundária Obrigatória . .2.1.1 Apresentação dos documentos2.1.2 Análise do programa . . . . .2.1.3 Análise de textos de apoio . .2.2 ‘Bachillerato’ . . . . . . . . . . . . .2.2.1 Apresentação dos documentos2.2.2 Análise do programa . . . . .2.2.3 Análise de textos de apoio . .2.3 Comparação com o caso português .363638414444454849II. Análise Descritiva.

3 Bélgica3.1 Apresentação dos documentos . . . . . .3.2 Análise dos programas dos 1o e 2o ciclos3.3 Análise de material de apoio . . . . . . .3.4 Comparação com o caso português . . .525463664 Inglaterra e Paı́s de Gales4.1 O ‘National Curriculum’ . . . . . . . . . . . . . . . . . .4.1.1 Apresentação dos documentos . . . . . . . . . . .4.1.2 Análise do programa . . . . . . . . . . . . . . . .4.2 A Matemática ‘16-18’ . . . . . . . . . . . . . . . . . . .4.2.1 Enquadramento e apresentação de um ‘Syllabus’4.2.2 Análise do ‘Syllabus’ de Oxford e Cambridge . .4.3 Comparação com o caso português . . . . . . . . . . . .67676874747578Recomendações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .Ilustração . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .Considerações finais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .819093III. Conclusão123Bibliografia96

IIntroduçãoÍNDICE12Descrição sumária do relatórioMetodologia de análise . . . . .2.1 Os programas em presença2.2 A grelha de análise . . . .2224Após uma muito breve descrição do relatório, abordam-se questões genéricas sobre os programas em presença e os instrumentos propostos para aanálise da sua estrutura. Estes estão materializados numa grelha de análisecuja especificação será também discutida.

1Descrição sumária do relatórioA parte mais extensa deste relatório é, visivelmente, a que constitui o Capı́tuloII, onde se analisam os programas das disciplinas de Matemática do 3 o ciclo e doEnsino Secundário do nosso Paı́s e os congéneres de três sistemas estrangeiros,nomeadamente, os da Espanha, da Bélgica francófona 1 e da Inglaterra e Paı́sde Gales, por esta ordem. Os dois últimos serão por vezes identificados, parasimplificar, como os casos ‘belga’ e ‘inglês’, respectivamente. Conforme se indicana página 11, que abre o Capı́tulo II, a análise far-se-á em quatro secções, umapara cada paı́s. Em cada secção apresentam-se os documentos relevantes do paı́sem causa, que são analisados logo a seguir. O relato para cada paı́s estrangeirotermina com uma comparação com o caso português.Antecede a análise isto que aqui se diz e o que vai dizer-se na secção seguinte,onde se descrevem e comentam os objectos e instrumentos de análise.O Capı́tulo III conclui o relatório, com recomendações sobre os criérios de concepção dos nossos programas, uma ilustração do esquema de programa que propomos e algumas considerações finais.Os documentos em análise e outros que os complementam encontram-sena lista bibliográfica no final do relatório. As citações serão feitas como noseguinte exemplo, “[5, 15]”, que denota ou remete o leitor para os documentos identificados pelos números 5 e 15, nas páginas 96 e 97 da Bibliografia.2Metodologia de análise2.1Os programas em presençaNo processo de comparação dos nossos programas de Matemática do 3 o ciclo edo Ensino Secundário com os dos outros três sistemas de ensino, enfrentámosa dificuldade gerada pela natural não correspondência de ciclos de escolaridade.Optou-se pelo que pareceu ser mais razoável e que a seguir indicamos, em cadacaso. Pensamos que os inconvenientes dos desacertos que a seguir explicitamosnão se fizeram sentir com grande acuidade, uma vez que apenas pretendemosidentificar elementos estruturais dos programas.1Mais precisamente, da Bélgica (Comunidade Francesa), mais adiante designada, também,por ‘Bélgica’.2

EspanhaNeste paı́s, a Educação Secundária Obrigatória tem uma duração de 4 anos, divididos em dois ciclos de 2 anos cada. Seguem-se 2 anos de ensino não obrigatório,com duas vias: o ‘Bachillerato’, que analisaremos em pormenor, e uma via deprofissionalização de grau médio sobre a qual não nos vamos pronunciar. Os 4anos da Educação Secundária Obrigatória serão confrontados com os 3 anos donosso 3 o ciclo e os 2 anos do ‘Bachillerato’ com os 3 anos do nosso Ensino Secundário. Note-se que, no cômputo geral, analisaremos os programas de 6 anos deescolaridade em ambos os sistemas, correspondentes à mesma faixa etária.Bélgica francófonaO Ensino Secundário belga consta de 6 anos de escolaridade, divididos em 3 ciclos,ou graus (‘degrés’) de 2 anos cada, que correspondem à mesma faixa etária, dos12 aos 18 anos, que a nossa sequência 3 o ciclo Ensino Secundário. A entradano ensino superior faz-se após mais um ano de preparação 2 . Pareceu-nos razoávelestabelecer a correspondência do nosso 3 o ciclo aos primeiros dois graus belgas,tanto mais que, nesta correspondência, as cargas horárias globais coincidem. Onosso Ensino Secundário ficaria, assim, em confronto com os dois anos do 3 o grauda Bélgica francófona.Quanto aos programas belgas de Matemática, a situação que se nos oferece é,no momento presente, complicada pelo facto de o sistema estar em plena fase deajustamento. Damos os pormenores a partir da página 52, onde justificamos aopção de não analisar o 3 o ciclo do Ensino Secundário belga, que possibilitou umaanálise bastante mais ajustada às nossas finalidades do que a do extenso textosobre os programas belgas do relatório preliminar [3].Inglaterra e Paı́s de GalesOs programas de ensino deste sistema apresentam uma estrutura muito simplese rigorosa, que não tornou menor, nem menos interessante, o esforço de análise,pelo contraste flagrante com o caso português.Poderia pensar-se numa correspondência do nosso 3 o ciclo aos ‘Key Stage’s 3 e4, estes englobando os 5 últimos anos da escolaridade obrigatória, dos 11 aos 16anos de idade (cf. página 67), e do nosso Ensino Secundário aos dois anos daeducação secundária ‘post-16’. Nesse caso, o desajuste seria considerável, peloque preferimos não estabelecer uma opção rı́gida sobre o assunto.Os documentos adiante identificados e analisados como ‘programas de matemática’ da Inglaterra e Paı́s de Gales são os do ‘National Curriculum’ e o ‘Syllabus’2De acordo com [1].3

de Oxford e Cambridge [46, 50] a entrar em vigor em 1998-99. A uniformidadede estrutura dos programas do ‘National Curriculum’ permitiu uma análise queabrange, em muitos aspectos, todo o ‘National Curriculum’, e não apenas os dois‘Key Stage’s que nos competiam; procurámos fazê-lo sem intromissão em áreasque, neste projecto, estão fora da nossa competência. Registámos, nas páginas74-75, os resultados do nosso esforço de entendimento do conceito e função dos‘Syllabuses’ no sistema em causa.2.2A grelha de análiseOs objectos de estudo foram já sumariamente esboçados: são documentos oficiaisdos paı́ses em consideração, constituindo um núcleo central de referência, e outros de proveniência diversa, que servirão de auxiliares na elucidação de questõessobre as quais houve dúvidas ou lacunas de informação. Uns e outros irão sendodevidamente identificados e referenciados.O instrumento de análise será constituı́do por uma lista estruturada de quesitos, elaborada e longamente discutida em reuniões de coordenadores das diversasdisciplinas do projecto. No decorrer do processo de utilização dessa ‘grelha deanálise’, foram ocorrendo dificuldades na sua interpretação e tentações de alterara sua forma. Levámos à prática algumas alterações, apenas as que não tocassema essência e o propósito do que foi concebido nas reuniões de coordenação.Assim, a grelha de análise, pontualmente alterada, foi utilizada para obter respostas tão objectivas quanto possı́vel sobre cada um dos seus quesitos, com oobjectivo de determinar quais os princı́pios que presidem à concepção dos programas de ensino da matemática em cada um dos paı́ses considerados. Por outrolado, sendo finalidade central deste processo a produção de um corpo de recomendações sobre os programas do nosso Paı́s, a análise do caso português émais desenvolvida e pormenorizada.Apresentamos a grelha de análise tal como foi concebida nas referidas reuniõesde coordenadores, seguida da que efectivamente utilizámos no processo de análiseexposto no capı́tulo II.4

Grelha original1. Fundamentação/justificação· linha orientadora· finalidades2. Enunciado de objectivosnatureza dos objectivos:intelectual (saber), pessoal (ser), social (estar) e vocacional (fazer)Definições operacionais:Os objectivos de natureza intelectual visam a aquisição/construção de saberes e o desenvolvimento cognitivo do indivı́duo expresso em capacidades,como a compreensão e expressão correcta de ideias, o questionamento, oraciocı́nio lógico e a análise crı́tica.Os objectivos de natureza pessoal procuram o desenvolvimento da personalidade, estimulam as capacidades de pensar e actuar por si próprio –criando o sentido de autonomia– promovem os valores morais, espirituais eestéticos, e favorecem o equilı́brio fı́sico e emocional.Os objectivos de natureza social fomentam o desenvolvimento das relaçõesconstrutivas do indivı́duo com o meio, baseadas nos valores de tolerância,solidariedade, respeito pelo outro e pela natureza.Os objectivos de natureza vocacional pretendem o desenvolvimento e expressão das aptidões naturais e/ou a sua orientação profissional.3. Enunciado de comportamentos e destrezas4. Conteúdos· resposta aos objectivos definidos· formas organizativase.g.: por perspectiva histórica, por temas unificadores ou “foco organizador”, em espiral, por áreas temáticas, globalizante, por domı́nios····extensão vs profundidade, ou quantidade vs qualidadearticulação vertical e horizontaladequação à experiência e capacidade dos alunosrelevância social·· relevância cientı́fica·· relevância pedagógica· validade quanto à sua importância actual e futura· flexibilidade de gestão5

5. Orientações metodológicasadequação aos objectivos enunciados6. Sugestões de estratégias / actividadesadequação aos objectivos enunciados7. Clareza8. Referência a materiais a utilizaradequação aos objectivos enunciados9. Apresentação e natureza dos critérios / normas ou “modelo” de avaliaçãodas aprendizagensadequação aos objectivos enunciados10. Introdução de:· vocabulário (entende-se por ‘vocabulário’ uma lista de termos)· glossário (entende-se por ‘glossário’ uma lista com definições de termos) glossário cientı́fico glossário pedagógico11. Referências bibliográficas12. Determinação dos tempos lectivos13. Critérios para a constituição dos grupos de aprendizagem14. Coerência interna dos elementos constitutivos do programa A grelha que efectivamente adoptámos e a seguir descrevemos apenas difere daoriginal na ordenação e organização dos itens e na redacção de algumas frasese tı́tulos. Além disso, na nova versão, e de acordo com o que se discutiu nacoordenação do projecto, pareceu-nos conveniente enquadrar alguns dos termosutilizados, procurando explicá-los, nomeadamente aqueles que, por inerente diversidade de sentidos, suscitam dúvidas naturais, que mesmo as explicações dadasnão eliminarão na totalidade. Aqui, enquadrar não é definir : sobre as definiçõesdeve tomar-se, na nossa óptica, uma atitude muito circunspecta e restritiva.6

Grelha adoptada1. Fundamentação/justificaçãoProcuramos, neste item, determinar se o programa em análise apresenta, ounão, finalidades da disciplina, princı́pios gerais de orientação do programa, justificações de opções feitas.2. ObjectivosÀ expressão “objectivos gerais” atribui-se um sentido menos amplo que ao termo“finalidades”. Trata-se de metas, de grau de generalidade variável, que se pretende ver atingidas pelos alunos no seu processo de aprendizagem, eventualmentetranscendendo a matemática propriamente dita. Usamos também a expressão“objectivos especı́ficos” para referir os objectivos que mais directamente se relacionam com tópicos particulares da substância matemática. Interessámo-nos pelos objectivos especificados no texto de cada programa, procurando classificá-losquanto à sua natureza, em quatro categorias: intelectual , pessoal , social e vocacional , que obviamente podem coexistir, em maior ou menor grau, em cadaobjectivo individual. Seguem-se notas explicativas sobre cada uma delas:Diremos que um objectivo apresenta natureza intelectual sempre que apontepara a aquisição ou construção de saberes e o desenvolvimento cognitivo doindivı́duo; pode, essa natureza, vir eventualmente expressa em capacidadescomo a compreensão e a expressão correcta das ideias, o questionamento, oraciocı́nio lógico, a análise crı́tica.Diremos que um objectivo apresenta natureza pessoal sempre que apontepara o desenvolvimento da personalidade, das capacidades de pensar e actuar por si próprio, para a valorização de princı́pios morais e estéticos, parao favorecimento do equilı́brio fı́sico e emocional.Diremos que um objectivo apresenta natureza social sempre que apontepara o desenvolvimento das relações do indivı́duo com o meio, eventualmente expressas em valores como a tolerância, a solidariedade, o respeitopelo outro e pela natureza.Diremos que um objectivo apresenta natureza vocacional sempre que apontepara o desenvolvimento e expressão das aptidões naturais, conducentes auma orientação profissional.3. ConteúdosOs conteúdos especificados em cada programa serão analisados de acordo comdiversas perspectivas, entre as quais as seguintes: Resposta aos objectivos definidos Formas organizativasgob este tı́tulo tratar-se-á de determinar de que modo o programa apresenta7

os objectivos e de que modo sugere, ou determina, a sua apresentação aosalunos. Para melhor enquadramento, indicam-se algumas das formas organizativas mais comuns: por perspectiva histórica; por temas unificadores ou“foco organizador”; por domı́nios; por áreas temáticas; globalizante. Enunciado de destrezasReferem-se aqui apenas aquelas ‘destrezas’ em que a intervenção da consciência reflexiva é praticamente inexistente. Por exemplo, o saber a tabuada, o manipular certo tipo de instrumentos, como régua, esquadro etransferidor, calculadoras e computadores, etc. Extensão e profundidadeProcura-se determinar de que modo o programa gere o equilı́brio dos termosdesse binário, também traduzı́vel, talvez com menos rigor, no confronto da‘quantidade’ com a ‘qualidade’ dos conteúdos assinalados. Articulação vertical e horizontalDaremos prioridade à articulação vertical; tratar-se-á, pois, de determinarse os documentos expressam, ou não, e de que modo o fazem, uma ordenaçãocoerente dos conteúdos ao longo do tempo; nomeadamente o relacionamentocom os conteúdos de disciplinas de matemática em graus de ensino adjacentes.Seria do maior interesse estudar a articulação horizontal dos conteúdos, istoé, a sua relação com os de disciplinas concomitantes, em cada paı́s. Masisso não se fará neste relatório, por ser tarefa demasiado complexa para otempo disponı́vel. Adequação à experiência e capacidade dos alunos Flexibilidade de gestão4. Orientações metodológicas e didácticasAtribuiu-se ao termo “metodologia” um sentido amplo, com referência a métodosgerais de ensino, às vezes, mas nem sempre, transcendendo o âmbito da disciplina, enquanto “didáctica”, menos abrangente, se refere aos métodos de ensinode temas concretos, especı́ficos da disciplina. Assim, por exemplo, os métodos‘sintéctico’ e ‘analı́tico’, tal como os herdámos da geometria grega e do racionalismo cartesiano, pertencem à metodologia, não só da matemática; o mesmo para oque os nossos programas chamam ‘orientações metodológicas gerais’, como “abordar os conceitos com progressivos nı́veis de formalização”. Mas as ‘indicaçõesmetodológicas’ de alguns programas, como o do Ensino Secundário português,foram por nós consideradas, quase todas, de carácter didáctico, por referiremsituações concretas da matemática.Procurámos determinar, para além do que o tı́tulo directamente sugere, se oprograma explicita determinação dos tempos lectivos8

critérios para a constituição de grupos de aprendizagem sugestões de estratégias e actividades referência a materiais a utilizare se o faz de modo adequado aos objectivos enunciados.5. Avaliação das aprendizagensSob este tı́tulo tratar-se-á de determinar se os documentos expressam, ou não, ede que modo o fazem, critérios ou normas de avaliação das aprendizagens, e sehá adequação aos objectivos enunciados.6. Organização do texto do programaNeste item, discutem-se certas caracterı́sticas do texto, como a sua clareza, termoeste a que demos um sentido local , envolvendo, por exemplo, questões de caráctersintáctico e semântico, estas, naturalmente, para nós, mais perceptı́veis no casodos programas portugueses. Anota-se, também, a presença ou a ausência decomponentes como: vocabulário, glossário (cientı́fico, pedagógico) e referênciasbibliográficas.7. Coerência interna do programaSob este tı́tulo, observámos a articulação, entre si, dos diversos elementos constitutivos do programa. Trata-se de uma carac

Portuguesa de Matem atica, com o prop osito de desenvolver um estudo de ele-mentos do sistema educativo portuguˆes a luz dos sistemas educativos espanhol, belga frac ofono e inglˆes. Coube a Sociedade Portuguesa de Matem atica estudar o que se refere ao ensino das disciplinas de matem atica dos ultimos seis anos de

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